Thursday, October 27, 2005
Sunday, October 16, 2005
Passada a ansiedade da chegada à capital europeia dos estados alterados de consciencia, finalmente conseguimos voltar a blogar. Atras ficava uma relacao profunda com a politie belga (ja nos tratavam por tu) e um jogo da seleccao nacional com bifaninha e sagres.
Bravo rapazes! Estamos apurados.
No GPRS da mothership marcavamos as coordenadas: 73º N 49º E, como frizou o perito de portugal. Em amsterdao aguardava-nos um lugar na zona vermelha, com vista da sala para duas meninas tailandesas, do outro lado da rua.
Na manha seguinte o Pablo, um realizador holandes romantico levou-nos numa visita aos pontos de maior interesse da cidade, os cofeeshops considerados pela opiniao publica como os de maior concentracao de thc por metro quadrado, o bairro das minhocas mudas e uma visita a um tipico estudio holandes. despediu-se depois de comprar um livro de poesia em ingles como inspiracao para as letras da sua banda de hard-rock, ainda com audicoes abertas. fomos para casa a seguir ao jantar, um chazinho,... e perdemos a nocao do tempo.
Num banquinho com vista para o canal, fumegamos enquanto tentamos encontrar um norte, era complicado situarmo-nos no mapa que traziamos connosco, ate para a maioria dos tranzeundes que passavam e pareciam conhecer a cidade. Eis que ao nosso lado, estacionam uma bike e a deixam encostada ao muro com alguns pontapes nas rodas que apresentavam uma total ausencia de ar nos pneus. Era Neil. E o rei artur era parte integrante do seu discurso habitual: "once there was a king caled artur... and his wife was kiled by the english in the green fields of the south of wales."
O sol nasceu, e uma espalnada junto a casa proporcionava-nos um demorado mas delicioso cafe da manha.
"nada de acucares, sao para comer so com agua..." recomendou-nos uma velhinha ao entregar-nos duas barras de chocolate negro, aparentemente inofensivo... deve ser light, pensou o pedro.
Agradavel surpresa, levou-nos ao royal mandarim, um cenario asiatico, que dava a tuda a rua uma coloracao amarelada... here we go again... perdemos a nocao do tempo outra vez, mesmo antes de a termos voltado a encontrar e o norte voltou-se a perder no mapa. Mas estavamos là. No paralelo quarenta e nove rumo a central station, no coracao da cidade...
"chega a uma hora que voces tem de ir dormir" disse-nos o paquitasnes simpatico quye nos vendia umas batatinhas fritas (Os holandeses estao sempre a comer desta merda cheia de molhenga)
Os holandeses tambem nao tem andamento para nos. Foi a sensacao que levamos connosco no caminho de volta para barca. Essa e o sorriso que continuava estampado na cara de todos e de cada um de nois.
Problemas de ordem tecnica continuam a privar-vos da nossa galeria fotografica. Um dia havemos de conseguir, esperamos que antes do final das obras do terreiro do paco.Volvidos a barcelona, voltamos a perder a nocao do tempo e depois de imensos kilometros voltamos a encontar um cybercafe, trocamos o lsd pelo lcd e decidimos vir blogar. chupa!
A viagem continua, e vejam là se arranjam alguma coisa mais interessante para fazer que ler blogs do pessoal que vai de trip e nao escreve nada de jeito. chupa!
Hà yoshis all over europe... soo in pics. chupa!
Sunday, October 09, 2005
vamos mprocurar alggo para comer...ver os moinhos...os canais...e conseguior umas rodas para disfrutar deste pequeno pedaco de terra roubado ao mar...a natureza luta entre si....que bonito!!!!!...e nos a ver....
vamos andando que ja se faz tarde....aki ja e de noite e as luzes....ai as luzes!!!!!...
o jimi esta no woofferr...grita...."IDE Y DISFRUTEI...."mas em ingles...
tchau malata...xuz van malta (em holandes)
fomos...
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O pedrito addorava ir a fernando noronha, aquilo tem um nome... a das maminhas, fizeram la um campeonato, so pode la ir aquele pessoasl, vamos convidar os dez melhores gajos e tal... o fumo sai-lhe suavemeente da boca. cada vez gostamos mais aqui do palacio.
Saturday, October 08, 2005
A entrada em terras belgas guardava-nos uma emocionante surpresa. Fomos recebidos com honras de estado, uma equipa infinita de politie, bem humorados, e com direito a agente canino e tudo. Sorte a nossa, so faltava verem-nos o oleo mas o agente canino parecia ter menor faro que os humanoides, nem deu pela rama de maria que secava estendida na cozinha.
Ai fomos directos para bruxelas, pelas estradas mais iluminadas da europa, um luxo e ao mesmo tempo um exemplar da justica terrena comparado com o racionamento feito nos paises do terceiro mundo.
Ja na capital, nem o cherne nem a benedite e nem o atomo apareceram e a noite bruxerlense revelou-se curta e de animacoes limitadas. Mas a gente curtiu.
Todos os nordicos nos pedem substancias psicoactivas e relaxantes, comecamos a pensar que e algum tipo de descriminacao. E prontxo, da noite bruxelica nao ha muito mais a dizer...
Para dormir, deslocando-nos por um nevoeiro que mais parecia gelatina, descobrimos o boom, sentimo-nos em casa, e mal a estrada acabou, puchamos o travao de mao e deixamo-nos dormir.
A hospitalidade belga mantinha-se em alta: "Good morning, police..." o servico de despertar era certeiro e falava pelo menos quatro linguas, a loura timida que o acompanhava empunhava umas fortes algemas e mantinha-se calada mas sorria ao cruzar os seus olhos azuis pelos nossos, ramelosos com tao intenso despertar.
Depois de confirmarem que nao nos demorariamos muito mais aconselharam-nos a seguir para antwerpia, onde haviam predios e outras coisas para ver. Constatamos, in loco, quanta razao tinha o politie poliglota.
Estamos a gostar de antwerpia. Burlamos o parquimetro, passeamos pela cidade, almocamos italiano, apadrinhamos um orangotango no ruanda, visitamos uma feira de antiguidades onde nos cruzamos com o holy cantil para o boom 2006, bebemos umas sagres mini, e preparamo-nos agora para ir ver a bola, mas continuamos a nao conseguir instalar a digital.
PS: Todos os empregados de estabelecimentos comerciais dao um baile desgracado a todo e qualquer cliente... ainda dizem que os nordicos sao para dentro.
Seguimos para norte...
Friday, October 07, 2005
Barcelona ficqva para tras e seguiamos em direccao a fronteira, no caminho passamos por figueras, a terra natal do grande dali, que era dali que ele era. Estava tudo fechado, mas conseguimos ainda comer uma pizza e observar, por fora, a sua casa museu encimada por uma espectacular cupula de frequencia 6 (ensinou o faria).
A passagem prela fronteira foi serena e sem incidentes apesar de ao longo da noite nos termos cruzado com umas assustadoras equipas de gendarmes que fielmente patrulhavam as estradas do pais de escargots com suas caras carrancudas. Ordenavam-nos sempre para seguirmos, como se nem lhes apetecesse levar connosco. A gente seguia.
Tomados pelo cansaco acabamos por adormecer em avignonet, num cantinho relvado e maravilhoso. A humidade na relva voltava a lembrar-nos dos peugos. Despertamos com o sino da igreja, mas nunca conseguimos perceber quem o estava a tocar. Nao havia vivalma em toda a vila. Adoravamos ter fotos, mas nao temos.
Seguimos franca acima, e depois do por do sol com franceses malcriados sentimos de novo o cheirinho a casa quando dois tugas simpaticos, provavelmente residentes em franca nos alertaram para os perigos das maquinas de cafe francesas.
No sentido de paris era etampes que nos faria parar, dormimos num cantinho agradavel, com o rio ao lado, e acordamos com o passar de petit colegiees e seteures sorridentes no seu regresso a casa. foi fixe. Uma breve passagem pelo carrefour, onde fomos confundidos por traficantes por um jean pierre de cabelo grisalho e com ar respeitavel. a ceguir descobrimos esta cyber creperrie e escrevemos este texto duas vezes.
Seguimos em direcao a cidade onde mora o cherne.
Wednesday, October 05, 2005

Eram 00:03 quando as rodas da mothership pisavam o tabuleiro da ponte, partiamos com umas 12 horas de atraso, levando no peito uma sensaçao de missao cumprida e o passaporte de 1982 com que pedrito de portugal pensava ir viajar. Eram praì umas cinco da maña em barcelona, quatro nas canàrias, quando finalmente nos encotramos.
A ansiedade era gande mas o cansaço era ainda maior. Optamos por dormir e deixar a partida para hoje, logo depois de inaugurarmos o nosso blog. O pequeno almoço foi agradàvel, na praça da virreina, com o sol escondido por tràs duma densa nebelina, e a brisa que batia no peito do pè, ainda desnudo, fazia-nos sonhar com um par de peùgos. Proxima estacion reside ainda em aberto, aceitam-se sugestoes...




